terça-feira, 2 de novembro de 2010

DE OLHO NA POSSIBILIDADE DE LEGALIZAR A MACONHA NO ESTADO DA CALIFÓRNIA, NOS ESTADOS UNIDOS

Califórnia decide nesta terça se legaliza maconha
Plebiscito ocorre junto às eleições de meio de mandato para renovação do Congresso

Além de renovar parte do Congresso e de escolher novos governadores, os eleitores norte-americanos comparecem às urnas nesta terça-feira (2) para votar uma série de medidas polêmicas, entre as quais a legalização da maconha no Estado da Califórnia.
O plebiscito concentra nas urnas californianas os olhares do país, perguntando aos eleitores se o Estado deveria autorizar o cultivo, a posse, o consumo e a compra da substância por maiores de 21 anos.

A rejeição à proposta, que é vista por muitos como um sinal de incoerência por parte dos Estados Unidos, foi manifestada inclusive pelo presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, para quem a votação "enfraquece a luta contra as drogas" e teria consequências negativas para toda a América Latina.
Segundo as últimas pesquisas, a maioria da população deve se opor à legalização da maconha, diante dos temores de que sua descriminalização aumente o risco de acidentes, tenha consequências no ambiente de trabalho ou crie uma plataforma legal para os narcotraficantes na Califórnia.

Se aprovada, a medida conhecida como Proposição 19 representaria uma importante fonte de renda por meio de impostos para os cofres do Estado, onde o consumo de maconha sob prescrição médica já é legal. Ao mesmo tempo, no entanto, a lei entraria em contradição com a legislação federal, que segue considerando a maconha uma substância proibida.
Fonte: www.r7.com

DE OLHO NO REAJUSTE DO BOLSA FAMÍLIA PARA 2011

Bolsa Família será reajustado, diz a presidente eleita Dilma Rousseff
De acordo com Dilma, a erradicação da pobreza será a meta central de seu governo

A presidente eleita Dilma Rousseff (PT) afirmou nessa segunda-feira, em entrevista à TV Brasil, que pretende reajustar o valor do Bolsa Família - programa de distribuição de renda lançado no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ela disse que ainda não decidiu se o reajuste do benefício fará com que o governo revise o Orçamento da União aprovado para o próximo ano.
“Eu pretendo ver isso com mais detalhe. Agora, eu pretendo reajustar os benefícios do Bolsa Família”, afirmou. “O Orçamento é uma peça que está sempre num quadro com o qual você opera. É possível conseguir que haja mais recursos para aquilo, dependendo de suas prioridades. Agora, eu tenho o objetivo de reajustar e garantir os recursos do Bolsa Família para que eles não tenham perdas inflacionárias e que tenham ganho real”, disse Dilma, durante o programa Brasilianas.org.

De acordo com Dilma, a erradicação da pobreza será a meta central de seu governo. “É uma questão de concepção. Na concepção do projeto que eu represento, e do qual, obviamente, o presidente Lula é um dos grandes líderes, o crescimento econômico não pode ser desvinculado da melhoria das condições de vida da população. A questão social não é um adereço de mão, não é um anexo ao nosso programa, nem ao nosso governo. Eu vou tornar essa meta de erradicação da pobreza como uma meta central.”
A presidente eleita disse ainda que tem interesse em aumentar a participação das mulheres em seu governo, mas que isso não significa “criar cotas”. “Tenho todo interesse em ocupar os quadros ministeriais com muito mais mulheres, mas também não vou fazer regime de cotas. Se as mulheres forem maioria é porque foram competentes.”

Dilma disse ainda que poderá manter alguns dos ministros do governo de Lula, mas evitou adiantar em quais áreas. “É possível manter nomes e não vejo nenhum problema nesse sentido.”
A presidente eleita afirmou ainda que dará prioridade às reformas política e tributária, mas que o ritmo de trabalho será ditado pelo Congresso. “Darei uma prioridade grande à reforma tributária e à reforma política, mas os prazos serão aqueles mais adequados ao trânsito no Congresso.”
Fonte: eband.com.br

DE OLHO NA CHARGE

CHARGE DO DIA DE FINADOS

Fonte: www.jornalacidade.com.br

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

DE OLHO NA FALTA DE COMPROMISSO PARA COM O POVO!

Foto que relata o descaso por parte do Poder Público no aspecto de Limpeza na Avenida 27 entre as Ruas 44-A e 42. Bairro: Padre Mário Lano. Olha que o governo guairense está sempre fazendo suplementações de verbas para essa área.

Parece brincadeira, mas isso está, de fato, acontecendo em Guaíra-SP. Ao ver essa imagem, o internauta vai pensar que isso é coisa de cidade que NÃO tem prefeito, vice-prefeito, vereadores (para questionar) e muito menos coordenador (que valoriza o salário que ganha) do Serviço Público de Limpeza. Mas INFELIZMENTE isso está acontecendo bem embaixo do nariz do senhor prefeito, José Carlos Augusto (DEM) e do vice-prefeito, senhor Edvaldo Moraes (PSDB). Estamos falando é do descaso de como as periferias de nossa cidade estão sendo tratados pelo atual coordenador do Serviço Público de Limpeza, isso é um fato lamentável! Por outro lado, o blog www.nossaguaira.com, sem ganhar um centavo se quer, vem contribuindo junto ao município no sentido de fiscalizar, há tempos o nossaguaira.com, vem relatando esse descaso por parte do poder público.

Acreditamos inteiramente que alguém que, de fato, vista a camisa do atual governo guairense, esteja acompanhando esse lamentável descaso, ou pelo menos queremos acreditar nisso!Por outro lado, se alguém que está no atual governo, ganhando salário e oportunidade de fazer alguma coisa em prol ao próximo, infelizmente não toma uma providência se quer: retirar o lixo, prestar satisfações junto aqueles moradores que pagão os seus impostos, enfim, vamos trabalhar gente!!!

A partir de hoje, estaremos abraçando essa nobre causa junto com o blog nossaguaira.com! Se o velho provérbio diz que “uma andorinha não faz verão”, então, quem sabe duas andorinhas conseguem chamar a atenção de algum político COMPROMETIDO com a POPULAÇÃO GUAIRENSE para questionar, reivindicar, sugerir para que seja retirado esse lixo que contribui ainda mais para a poluição visual
Em nome da população de nossas periferias e da cidade de um modo geral, estaremos lançando o quadro: “Sugestão para a pauta junto á Sessão da Câmara Municipal.” Afinal de contas, na última sessão, teve vereador que fez um lindo discurso convidando a nossa juventude para participar da política local.
Então, fica assim: nós iremos também contribuir nesse sentido de PARTICIPAR !!!

DE OLHO NA DEMOCRÁTICA DERROTA DO PSDB

Nárcio, do PSDB-MG: "insatisfeito pode se queixar ao bispo"


Se o tucanato paulista e o mineiro já não dividiam o melhor dos mundos durante a campanha de José Serra à Presidência da República, o tempo ameaçou fechar com a derrota do candidato para Dilma Rousseff (PT). As rusgas entre os tucanos dos dois principais colégios eleitorais do Brasil foram escancaradas na noite de domingo (31), assim que os números foram confirmados.
O coordenador do programa de governo de Serra, Xico Graziano, atacou o ninho mineiro, ao questionar, em seu Twitter, o tamanho da derrota do candidato do PSDB no Estado. "Perdemos feio em Minas, por que será?". A provocação nada velada ao ex-governador Aécio Neves (PSDB), que foi insistentemente cobrado a se empenhar mais na campanha de Serra, era o primeiro sinal aberto do crescente estranhamento entre as duas alas tucanas.

A primeira reação veio minutos depois da provocação de Graziano. Coube ao presidente estadual do PSDB-MG, Nárcio Rodrigues, retrucar o ataque, chamando o coordenador paulista de "arrogante" e entrando na briga, enquanto Aécio acompanhava de longe e recolhido os desdobramentos do que poderia ser o início de uma crise interna.
O presidente do PSDB, Sérgio Guerra, vestiu a farda de bombeiro ainda na noite de ontem, depois da fala em que Serra reconheceu a derrota. "Xico Graziano é um companheiro de grande qualidade, mas essa manifestação dele não tem o nosso apoio, nem o do partido e nem da campanha", disse Guerra. "Não é a questão de perder feio em relação a companheiros que fizeram uma campanha dura a presidente da República. Não tem sentido. Não vamos fazer essa contabilidade de quem ganhou feio ou quem ganhou bonito".

Nesta segunda-feira (1), Nárcio Rodrigues voltou ao assunto, em entrevista ao Terra, para minimizar os estragos que este tipo de discussão possa trazer para o PSDB (confira íntegra abaixo). No entanto, ele não abandonou o discurso duro contra a postura adotada pelo tucano paulista, a qual classificou como "ofensiva" por não reconhecer o envolvimento de Aécio na campanha. Mesmo tentando passar uma imagem de que o partido está pacificado, alfinetou: "se alguém estiver insatisfeito, que vá se queixar ao bispo".
Outro dirigente mineiro a entrar como bombeiro para esfriar o mal-estar é o secretário geral do PSDB, Rodrigo de Castro. Para o deputado federal, responsável pela coordenação de Serra em Minas, não existe cisão. Mas, em entrevista após o anúncio da derrota de José Serra, também mandou recado: "O fundamental hoje é termos um partido unido. Não se faz um projeto presidencial pensando em hegemonia de um determinado estado em relação ao outro".
Fonte: www.terra.com.br

DE OLHO NA OPINIÃO I

Uma educação para a solidariedade
Denir Ferreira dos Santos é empresário das lojas do Grupo Ao Barulho , Presidente municipal do PSB, apresentador do programa Opinião junto a rádio Alternativa FM (88,9) e presidente do Instituto Reviver em Guaíra-SP


Os frutos colhidos pela Escola são, em si mesmo, também um estado de espírito de pessoas que se assumem livres e felizes, comprometidas pelo contributo para um mundo mais justo e solidário.
Atualmente o papel da Educação vai muito mais além do que a alfabetização e conhecimentos específicos, os educadores também estão discutindo sobre como as pessoas podem construir a solidariedade, baseando-se em pressupostos psicológicos que garantem que tal virtude é construída por cada um na interação com o meio, e apontar um caminho para a formação de sujeitos mais autônomos e solidários: e usam a cooperação como estratégia de conceber a construção das virtudes.
Os resultados demonstram a existência de uma evolução na disposição dos sujeitos para serem solidários, ligada a uma perspectiva de vivenciarem experiências significativas de reciprocidade e respeito mútuo, características de um ambiente cooperativo. Tais resultados nos permitem avaliar a que educação está em outro patamar e busca o desenvolvimento das estruturas de aspectos afetivos para a construção de personalidades morais.
Em Guaíra podemos citar dois exemplos que recentemente mostram este foco. A escola Soares Ouro Branco promoveu a Festa das Nações – Festa da Solidariedade em parceria com cinco entidades do nosso município, a saber: Instituto Reviver – Associação da Pessoa com Deficiência, Chácara Coração de Mãe, Amor Exigente e Associação Maria Peregrina. Foi uma noite realizada Praça São Sebastião de muita descontração com apresentações de danças típicas executadas pelos alunos do colégio. Parte da renda será revertida para as entidades participantes. Com isso a escola mostra e incentiva a solidariedade.
Outra ação foi Vestibulinho promovido pela Escola Santa Luz que abre possibilidades de estudantes guairenses adquirem bolsas de estudo através de seu desempenho na prova. O Vestibulinho foi estendido não apenas a alunos da escola, mas também alunos de outras escolas da cidade, tanto particulares como públicas. Um grande ato de apoio a educação e ajuda ao próximo.
A reflexão que podemos trazer desses gestos, é que a compreensão das interações sociais ajuda a contextualizar a importância da educação aliada ao ato de solidariedade.
O sucesso das primeiras experiências é importante na atitude dos cidadãos responsáveis.
O empenho e a aposta numa geração de homens honestos, conscientes, esclarecidos, livres dos constrangimentos do trabalho que se justifica e esgota na sobrevivência, inventivos e solidários, requer que se sedimente uma noção da responsabilidade.
Assim, ajudamos a formar novos lideres com base na educação e nas ações solidárias.
A política de educação deve caminhar com este olhar e no dia em que houver bom senso serão os conselhos dos sábios a ser pedidos e considerados. E isto só poderá ser construído de raiz.
Fonte: http://denirbarulho.blogspot.com

DE OLHO NA OPINIÃO II

Colheram o que plantaram
Kennedy Alencar, 42, colunista da Folha.com e repórter especial da Folha em Brasília. Escreve na Folha.com às sextas. É comentarista do telejornal noturno RedeTVNews. E apresenta o programa de entrevistas "É Notícia", às 0h15 na noite de domingo para segunda.

Apesar de alguns erros derivados de certa soberba e de percalços sobre os quais não teve controle, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva executou com sucesso uma estratégia que traçou no começo do segundo mandato: eleger Dilma Rousseff como sucessora.
Foram eixos da estratégia não cair na tentação do terceiro mandato e apostar num plebiscito sobre os seus oito anos de governo contra os oito anos de Fernando Henrique Cardoso.
Enquanto a oposição e parte da imprensa acreditavam que Lula queria o terceiro mandato e fazia jogo de cena para esperar o melhor momento de mudar a Constituição, Dilma Rousseff ficou livre para aparecer nas vitrines positivas do governo. Se ela tivesse sido apontada candidata lá atrás, auxiliares como Erenice Guerra teriam entrado bem antes na alça de mira.
No entanto, dando o devido crédito ao chefe, Dilma ficou livre para ter o controle de todas as bandeiras positivas do governo, como conduzir a mudança da lei para explorar o pré-sal, gerenciar o programa de habitação "Minha Casa, Minha Vida" e virar a "mãe" do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).
No teste de fogo da crise internacional de 2008/2009, Lula foi aprovado. Esse teste foi bem mais duro do que o rigoroso ajuste fiscal e monetário de 2003. A oposição cobrava de Lula capacidade de gerenciar a crise. E ele foi bem. Fez um rápido e certeiro diagnóstico da crise financeira internacional e de como o Brasil deveria enfrentá-la. O maior acerto: medidas para reforçar o mercado interno como forma de atravessar o deserto e compensar a queda da economia global.
Nessa estratégia vitoriosa, é justo registrar a importância da aliança PT-PMDB. Na crise do Senado, em 2009, a oposição tentou criar um racha na relação entre peemedebistas e petistas. A ideia era transformar o Senado, Casa na qual Lula sempre teve dificuldade, num bunker oposicionista. Mas Lula não jogou ao mar o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). Em troca, obteve uma aliança formal com todo o PMDB, o que garantiu uma máquina política ainda mais expressiva no país e um tempo de propaganda no horário eleitoral gratuito para vender Dilma na hora decisiva.
O bom momento econômico favoreceu a tese de polarização PT-PSDB, apesar do susto com o desempenho de Marina Silva (PV-AC), que forçou a realização do segundo turno. Uma taxa de crescimento de cerca de 7% neste ano fortaleceu a defesa do continuísmo, dando gás a uma candidata tirada do bolso do colete. No contexto econômico, destacaram-se ainda as políticas de reajuste do mínimo, de ampliação do crédito, de massificação de programas sociais e de incentivo a grandes grupos nacionais considerados estratégicos e amigos.
Os principais erros da campanha não comprometeram o resultado final, mas trouxeram muita tensão ao governo na virada do primeiro para o segundo turno. A campanha de marketing de Dilma demorou a perceber a sangria de votos com o debate sobre a legalização do aborto. Gente da cúpula dava como favas contadas uma vitória no primeiro turno quando já era evidente que uma segunda etapa seria inevitável. O próprio Lula se iludiu com sua alta taxa de popularidade. Entre os percalços sobre os quais não teve controle, o principal foi a doença de Dilma em 2009.
Obtida a vitória, há também uma importante lição: a realização do segundo turno e o percentual de votos dados a Dilma não autorizam uma atitude arrogante em relação aos adversários e à imprensa, mas isso será assunto de outra coluna.

Ninguém ganha sozinho
Num cenário de extrema adversidade política, é surpreendente a performance de José Serra. Ele disputou a eleição contra a candidata do presidente mais popular da história recente num contexto de crescimento econômico e de transformações sociais inéditas no país. Nesse sentido, é uma derrota que não envergonha o PSDB, mas o candidato cometeu o principal erro de quem deseja conquistar a Presidência: achar que poderia se eleger sozinho.
Na primeira metade de 2009, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso selou um acordo entre Serra e o então governador de Minas Gerais, Aécio Neves. Garantidos alguns compromissos, o mineiro seria vice de Serra, que governava São Paulo naquela época.
Fiador dos compromissos, FHC testemunhou Serra rompê-los. O primeiro deles: Serra não quis participar de reuniões prévias pelo país, nas quais o PSDB ouviria seus dois pré-candidatos e depois decidiria quem disputaria o Palácio do Planalto.
Líder disparado nas pesquisas, Serra julgava a ideia uma forma de miná-lo politicamente. Mas Aécio queria uma saída para dizer ao eleitorado de Minas por que aceitaria ser vice do governador paulista. Outro compromisso era afirmar com todas as letras que, se eleito, Serra patrocinaria novas mudanças constitucionais para que Aécio fosse o próximo da fila. Pelo acordo, Serra articularia a aprovação de projetos no Congresso para acabar com a reeleição e reinstituir o mandato de cinco anos. Aécio sempre demonstrou pouca crença na capacidade de, sentado no Planalto, Serra abrir mão da possibilidade de se reeleger. Mas FHC dizia a Serra que era importante que ele se comprometesse com essas alterações a fim de tranquilizar Aécio e Minas. O final dessa história é sabido.
Entre setembro e fevereiro, a folga sobre Dilma nas pesquisas deu a Serra a ilusão de que poderia ignorar os apelos para assumir a candidatura e fazer concessões a Aécio. Ele não aceitou as cobranças do PSDB e do DEM para admitir que era candidato e montou uma estrutura de campanha centralizada e distante dos aliados.
Esticou a corda até junho para tentar obter a companhia de Aécio em sua chapa, mas estava tão fraco que não teve como enfrentar a resistência dos democratas à escolha do senador Álvaro Dias (PSDB-PR) para vice. Ao explicar as razões de aceitar o pouco conhecido deputado federal Indio da Costa (DEM-RJ) como companheiro de chapa, Serra admitiu que a questão estava encaminhada em outro sentido, mas não havia dado certo.
A biografia respeitável, a tenacidade com a qual se jogou na disputa e a assimilação de um discurso conservador que destoa de suas próprias ideias não foram suficientes para levar o tucano à vitória. Serra quis ganhar sozinho. A exemplo de Lula, colheu o que plantou.
Fonte: www.uol.com.br